São Paulo — O prefeito Ricardo Nunes (MDB), defendeu, nesta terça-feira (20/10), o sistema de videomonitoramento Smart Sampa e alegou que o vazamento de dados do programa estava sendo observado pela Prefeitura de São Paulo como uma “isca” para acessos indevidos.De acordo com reportagem do UOL, as informações sigilosas do Smart Sampa ficaram disponíveis na internet por quase 11 meses. Durante esse período, qualquer pessoa pode ter acessado as imagens de 58 mil câmeras conectadas à plataforma, incluindo equipamentos instalados em ruas, escolas, creches e hospitais da capital paulista. Leia também São PauloMPSP avalia investigar vazamento de dados do Smart Sampa Vinicius PassarelliPSol acusa Ricardo Nunes de assédio eleitoral e coação no MPT e no MPE Demétrio VecchioliNunes escalou subprefeitos para coordenar ato de Flávio na Paulista São PauloNunes diz que se fechar Anhangabaú em todo alerta vai parar túnel Nunes nega que tenha ocorrido uso indevido do sistema e culpa um agente da Guarda Civil Metropolitana (GCM) por deixar público 181 logins de acesso. O prefeito informou em coletiva de imprensa que o funcionário foi exonerado e está sendo investigado pela Corregedoria.“A Prefeitura já tinha conhecimento, vinha monitorando como uma espécie de isca para saber se teria algum acesso ali irregular, para atuar de forma efetiva”, explicou o prefeito.O prefeito disse que o Smart Sampa é “absolutamente seguro” e “não tem nenhuma ocorrência de utilização indevida do sistema”. Ele também destacou que o programa ajudou a prender 3.600 foragidos da Justiça de São Paulo, além de contribuir para a recuperação de quase 4 mil carros e motos roubados.








