Zico, o samurai de Quintino é um documentário brasileiro dirigido por João Wainer e lançado 30 de abril de 2026. O documentário visa analisar a carreira do futebolista Zico, ídolo do Clube de Regatas do Flamengo.
Contexto Torcedor do Santos Futebol Clube, João Wainer, decidiu realizar um documentário sobre um dos maiores ídolos da história do Clube de Regatas do Flamengo, Zico. O documentário conta com imagens raras, registros de arquivo e bastidores inéditos da vida e da carreira do atleta. De acordo com informações do ge, a produção do documentário iniciou-se em 2023, com gravações no Rio de Janeiro, em especial no bairro de Quintino, na Zona Norte da cidade, onde o atleta nasceu e cresceu e no Japão, na cidade de Kashima, onde Zico fez carreira no Kashima Antlers. A produção contou com parceira da Globo Filmes e da SporTV, além de contar com distribuição da Downtown Filmes. Trabalharam na execução do filme, o roteirista Thiago Iacocca e na produção André Wainer, Bruno Tinoco, Gabriel Wainer, Luiz Porto e Pedro Curi.
Elenco O filme conta com depoimentos de:
Zico; Ronaldo Nazário; Júnior; José Carlos Araújo; Paulo César Carpegiani; Carlos Alberto Parreira; Mauro Beting; Daniela Boaventura;
Lançamento O filme foi lançado em 30 de abril de 2026, contando com uma estreia em 511 salas de cinema do circuito brasileiro. Na festa de lançamento do filme, no cinema do shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, contou com a presença de artistas como Marcos Palmeira, o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o ex-árbitro Arnaldo Cezar Coelho, além de diversos atletas como Andrade, Pedro, Jorginho, Lucas Paquetá, Rodrigo Caio, Cláudio Adão e Léo Ortiz.
Recepção
Público De acordo com Alícia Carracena da revista Quem, o documentário atingiu um público de mais de 65 mil espectadores nos cinemas.
Crítica Angelo Cordeiro, para a revista Rolling Stone Brasil, fez crítica positiva ao documentário e anotou que "além da reverência ao ídolo e, para alguns, herói. O documentário reafirma algo que costuma ser dito com certo cinismo [...] Conhecer Zico não diminui o o que ele significa; pelo contrário, amplia. Ao revelar suas camadas mais humanas, o longa sugere que algumas trajetórias não precisam ser protegidas da realidade." Marcelo Janot, do jornal O Globo, fez crítica positiva ao filme, "Contrariando a expectativa de uma obra só para convertidos, o documentário “Zico, o Samurai de Quintino”, dirigido por João Wainer, equilibra a trajetória do atleta com um perfil envolvente do ser humano Arthur Antunes Coimbra.", porém, criticou um excesso de materiais sobre o Japão, ante o desempenho de Zico no Brasil. Marcos Augusto Gonçalves, para o jornal Folha de S.Paulo, fez crítica positiva ao filme e destacou "Entre acertos e opções discutíveis, o filme amplia o interesse pela vida de Zico e deixa sua marca no espectador". Luiz Oricchio, para o jornal paulistano O Estado de S. Paulo, destacou o fato de "o documentário não deixa de recordar pontos baixos dessa trajetória cheia de picos".
Referências