Brasileiros lotam locais de votação fora do País

Brasileiros em Argentina, EUA e países da Europa foram às urnas. Crédito: AFP

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Os resultados do primeiro turno das Eleições 2026 não foram favoráveis para o futebol brasileiro. Jogadores com carreiras vitoriosas por grandes clubes do País terminaram longe de serem eleitos para os cargos legislativos.

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Em São Paulo, Luis Fabiano (MDB), ex-atacante da equipe tricolor e da seleção brasileira, teve 9.613 votos e alcançou apenas 0,04% do total da disputa para deputado federal. Finazzi (MDB), com passagem pelo Corinthians entre 2007 e 2008, foi votado por somente 1.069 eleitores.

Um dos principais nomes do esporte a participar das eleições foi Edmundo (PSDB). O ídolo de Vasco e Palmeiras atingiu 35.725 votos e ficou próximo de 0,4% do eleitorado. Eduardo Bandeira de Mello (PV) e Marcos Braz (PSDB), ambos ex-dirigentes do Flamengo, bateram 37.535 e 18.305 votos, respectivamente, e também ficaram fora do legislativo.

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Edmundo (PSDB), candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro Foto: Reprodução/Edmundo via Instagram

No Distrito Federal, Washington “Coração Valente” (MDB) parou em pouco mais de 7.500 votos e acabou longe da vaga de deputado federal. Para distrital, Marcelinho Carioca (Republicanos), ídolo do Corinthians, finalizou em apenas 2.494 votos.
Em disputa por um lugar no Senado, Vanderlei Luxemburgo (Podemos), concorreu pelo Tocantins. O ex-treinador que possui cinco títulos do Campeonato Brasileiro e passou pelo Real Madrid ficou em sétimo lugar no estado, com 67.987 votos.
Outro ex-dirigente que marcou presença nas Eleições 2026 foi Alexandre Kalil (PDT). Presidente do Atlético-MG nas conquistas da Libertadores de 2013 e da Copa do Brasil de 2014, ele recebeu 403.466 votos e terminou a corrida pelo Governo de Minas Gerais na quinta posição.
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Entre os ex-atletas que concorreram para deputado estadual, Dinei (Avante), ex-Corinthians, e Sérgio (Solidariedade), ex-goleiro do Palmeiras, fizeram 6.338 e 9.565 votos, respectivamente, em São Paulo. Donizete Pantera (PL), ex-atacante campeão continental pelo Vasco, estacionou em 4.884 votos no Rio de Janeiro.
Outros esportes
Fora do futebol, a candidatura mais relevante foi a da Leila do Vôlei (PDT). Ex-atleta da modalidade com duas medalhas olímpicas na carreira, ela perdeu a reeleição para o Senado pelo Distrito Federal, ao finalizar em terceiro lugar com 686.340 votos, atrás de Michelle Bolsonaro (PL - 938.496 votos) e Bia Kcis (PL - 886.616 votos).
Campeã olímpica nos Jogos de Londres-2012, Sarah Menezes (MDB) alcançou 10.516 votos na disputa por uma vaga como deputada federal no Piauí, marca que não foi suficiente para ser eleita.
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Por fim, Maurício Do Vôlei (PL), candidato a reeleição como federal por Minas Gerais, fez 16.122 votos e também acabou fora da Câmara de Deputados.
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