O selo Copilot+ PC não aparece nos novos notebooks Surface, da própria Microsoft, e mostra que a companhia está com novos planos para os computadores com Windows e inteligência artificial . Não foi revelado o caminho que ela seguirá daqui em diante, mas parece que a marca está com os dias contados. Ao Windows Central, o vice-presidente corporativo da linha, Brett Ostrum, revela que as máquinas recém-lançadas vão seguir por seu próprio caminho a partir de agora. Vale notar que não são apenas os computadores da Microsoft que estão com o selo ausente . Novos modelos produzidos por outras empresas também deixaram de conter a informação — assim como os aparelhos que terão o processador [object Object] , da NVIDIA. A história dos Copilot+ PC Introduzida em 2024 pela companhia norte-americana, a marca reforçava notebooks que foram construídos para a inteligência artificial. Inicialmente, apenas dispositivos que tinham CPUs da Qualcomm receberam a certificação pela Microsoft, o que posteriormente se estendeu para AMD e Intel também. Todos contavam com uma série de recursos exclusivos, como o Live Captions (que trazia legendas ao vivo para chamadas de vídeo), Cocreator no Paint (com ferramentas para criação de imagens generativas), efeitos extras para o Windows Studio e ferramentas como Click to Do e Restyle Image . Contudo, o que gerou uma grande polêmica foi o Recall. Notebooks com o selo Copilot+ PC t iravam prints contínuos da tela dos usuários para gerar um “histórico” — o qual podia ser consultado pelos proprietários a qualquer momento. O problema surgiu quando começou a ser debatida a privacidade das pessoas. Ainda que a inteligência artificial agisse localmente, há um banco de dados com o qual a tecnologia se comunica. A funcionalidade sofreu diversos atrasos, passou por fases de testes e foi lançada em 2025. Porém, mesmo com diversas garantias de que não teriam seus dados violados, o público não se esqueceu de sua imagem negativa. Como o C opilot vai virar 'super app' integrado diretamente ao Windows 11 , também abre-se margem para dúvidas se o selo será "morto" por todos os PCs com os requisitos atuarem de forma similar — sejam parceiros da Microsoft ou não.






